sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Casa da FEB _ Vitrine 60

·          Canhão Krupp 75mm C/26 M936:


De fabricação alemã, vieram para o Brasil no início da guerra, de uma encomenda de 100 peças. Os navios que os transportavam foram apreendidos pela marinha inglesa e só liberados através da diplomacia. Chegaram ao Brasil com rodas de madeira, Pois equiparam inicialmente os Regimentos de Artilharia Montada.

Em 1950 as rodas de madeira foram substituídas por rolagem de pneus para utilização em tração automotiva. Eram canhões de extrema qualidade e prestaram excelente serviço ao exército brasileiro até o início dos anos1980.

·          Características Técnicas:

Nomenclatura: Canhão Krupp 75mm C/26 M936

Calibre: 75mm L/26

Peso do tubo: 289.5 kg

Peso em ação: 828 kg

Peso em Marcha: 1356 kg

Peso do Vagão de Munição: 1245 kg

Comprimento do Tubo: 2100 m

Peso do Escudo: 70 kg

Espessura do Escudo: 4.5mm


quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Casa da FEB _ Vitrine 59

·        Obus 105mm M3


Howitzer M3 de 105 mm era um obus leve americano , projetado para uso por tropas aéreas. A pistola utilizou o cano do Howitzer M2 de 105 mm , encurtado e encaixado em um carro de trilha dividido ligeiramente modificado do obus de pacote de 75 mm .

O obus foi usado pelo exército dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial . Foi emitido para unidades aéreas e companhias de canhões de regimentos de infantaria .

O processo de construção de forças aéreas em 1941 levou à exigência de um obus portátil de 105 mm. A arma, inicialmente designada T7, apresentava um cano do Howitzer M2 de 105 mm , encurtado em 690 mm (27 pol.) E combinado com um sistema de recolhimento e transporte do obus de campo de 75 mm . Um protótipo chegou a testes no Aberdeen Proving Ground em março de 1942. 

O obus foi projetado para disparar a mesma munição que o M2 mais longo. No entanto, verificou-se que o cano mais curto resultou em queima incompleta da carga de propulsão. O problema pode ser resolvido com o uso de pó de queima mais rápida. Caso contrário, o design era considerado aceitável e padronizado como Howitzer M3 de 105 mm no carro M3 . O transporte foi logo sucedido pelo M3A1, que possuía trilhas feitas de chapas mais grossas. Trilhas tubulares ainda mais fortes foram projetadas, mas nunca atingiram a produção. 

A produção começou em fevereiro de 1943 e continuou até maio de 1944; um lote adicional foi produzido em abril-junho de 1945. 

A produção inicial do M3 era adequada para equipar as trezentas empresas de canhões do Regimento de Infantaria, previstas nos planos iniciais de guerra. O M3 foi a principal arma das empresas de canhões regimentais de infantaria e apareceu nas Tabelas de Organização e Equipamento no início de 1944. [3] Embora o M3 não tenha sido mencionado nas Tabelas de Organização e Equipamento (TO&E) de fevereiro de 1944, pouco antes o Normandy Airdrops algumas divisões aerotransportadas receberam um batalhão de artilharia de planador de 105 mm equipado com eles como um complemento aos três batalhões de obus existentes de 75 mm (designado M1A1 durante a Segunda Guerra Mundial). Jipes de 1/4 de tonelada foram usados ​​como motores principais. Mais tarde, aumentou para quatro batalhões, um, entre 1943 e 1945, foi convertido em 105 mm M3. A arma foi finalmente autorizada como uma opção pelo TO&E de dezembro de 1944 e, em 1945, empregada por todas as divisões aéreas no Teatro Europeu . 

O M3 também foi entregue às empresas de canhões de regimentos de infantaria (seis, em três pelotões de dois).  Muitas vezes, as empresas de canhões eram integradas à artilharia da divisão. A infantaria usou caminhões de carga de 1½ tonelada como o principal motor.  Em uma avaliação escrita após a guerra "A empresa de canhões de 1943-45 não atendeu às expectativas dos projetistas de forças de 1942. O principal problema foi a substituição de obuses rebocados de baixa velocidade pelas versões automotoras. como originalmente pretendido. Este obus, o M3, tinha um cano mais curto que o obus M2 normal de 105 mm, não possuía escudo balístico e tinha um alcance efetivo de apenas 7.250 jardas em comparação aos 12.500 jardas do M2 ". 

Um pequeno número de M3s foi fornecido via canais de concessão de empréstimos à França (94), Reino Unido (2) e países da América Latina (18).  Eles foram usados ​​no início da Guerra da Coréia como artilharia da divisão ROK.

 

·          Características técnicas:

Calibre: 105 mm

Alcance máximo de tiro: (7.600 m)

Projetado: 1941

Produzido: 1943-1945

comprimento: (3,94 m)

Massa: 1.130 kg

 

Casa da FEB _ Vitrine 58

 ·          Canhão 57mm M1:


Canhão ATF Modelo M1 é um canhão antitanque de calibre 57 mm. Foi fabricado nos EUA pela empresa ATF Inc em 1945.  Adquirido pelo Exército Brasileiro, foi empregado pela infantaria da Força Expedicionária Brasileira na Campanha da Itália.

Após a guerra, foram transportados para o Brasil que ainda adquiriu outras unidades. Em 1968, foi substituído pelo canhão sem recuo 106 mm M40A1.

No final da primeira metade da década de 1930 o Exercito dos Estados Unidos dispunha como arma de maior calibre metralhadoras .50 (12,7mm) nas unidades de infantaria, embora já houvessem estudos em curso para a adoção de uma arma de maior calibre para emprego contra veículos automotores e carros blindados, este processo ainda era tido como embrionário gerando pouco interesse por parte dos oficiais militares de alta patente. Estudos preliminares apontaram para a analise de peças de artilharia semelhantes já disponíveis no mercado, a decisão recaiu sobre o modelo alemão, modelo no qual seria gerado o conceito do primeiro canhao anti-tanque americano o M3 37 mm em 1938. Esta nova arma recebeu seu batismo de fogo durante a defesa das Filipinas em dezembro de 1941, tendo destacada participação na Campanha de Guadalcanal, onde foi empregado com sucesso contra os carros de combate e a infantaria japonesa se mostrando eficaz contra o padrão de blindagem dos veículos japoneses. A experiencia do modelo na Campanha do Norte da África foi completamente diferente, pois o calibre não era suficiente para fazer frente aos carros de combate Panzer III e IV.  Após a desastrosa Batalha de Kasserine, em fevereiro de 1943, relatos de algumas das unidades envolvidas mencionaram projéteis de 37 mm mal arranhavam os blindados alemães. Inicialmente o  comando do Exército Americano estava incerto se esses relatos refletiam a obsolescência da arma, ou se táticas não-refinadas e falta de experiência eram as culpadas por estes pífios resultados. No final avaliações mais detalhadas levaram a decisão pelo comando do exército sobre sua emergencial substituição.

A solução, no entanto, já havia sido desenvolvida do outro lado do atlântico, pois em 1940 o Exército Real Britânico havia solicitado o desenvolvimento de uma nova arma anti-tanque destinada a substituir os canhões QF 2 Pounder de 40 mm, que primeiramente se mostraram ineficientes em fazer frente as novas blindagens empregadas nos carros de combate da Wermatch. O Woolwich Arsenal foi encarregado do desenvolvimento de uma nova arma, definiu-se o emprego do calibre de 57 mm, a exemplo de outras pelas que haviam sido empregadas pela Marinha Real no final do século 19, o que disponibilizava em estoque todo o ferramental necessário a produção, eliminando assim etapas e reduzindo o prazo de entrega. O projeto do canhão foi concluído em meados de 1940, porém projeto do reboque não foi concluído até 1941, sua produção em série sofreria atrasos em virtude das decorrências da Batalha da França, onde no processo de evacuação grande parte dos equipamentos pesados pertencentes a Força Expedicionária Britânica foram deixados para trás nas praias de Dunquerque durante a Operação Dynamo. As perspectivas de uma invasão alemã criariam prioridades na fabricação em massa de armamentos, entre estes canhões anti-tanque , visando maximizar a produção optou-se pela continuidade da montagem do QF 2 Pounder de 40 mm, evitando assim a adequação das linhas de produção nas fabricas e também o treinamento e aclimatação das tropas. Esta definição adiaria a produção do QF 6 Pounder de 57 mm até o início do mês de novembro de 1941 e sua entrada em serviço até maio de 1942.

 

 

·          Características técnicas:

Tipo: Anti-tanque

Motorização: Tração motorizada

Calibre: 57 mm

Munições: Explosiva H.E. M63 e A H.E. M63

Cadência de tiros: Até 15 tiros por minuto

Elevação: -5 +  15 graus

 


Casa da FEB _ Vitrine 57

 • Canhão Madsen 20mm M937:


O canhão de máquina AA de 20 mm M / 38 era um canhão automático de fogo rápido de 20 mm produzido pela empresa dinamarquesa Dansk Industri Syndikat (DISA) . A arma, que poderia ser adaptada a vários usos táticos, era a principal arma das forças armadas da Dinamarca . Também foi exportado para vários países ao redor do mundo devido à sua versatilidade. O canhão foi construído nas obras da DISA em Herlev, perto de Copenhague . A empresa forneceu vários tipos diferentes de suportes com a arma, permitindo que ela fosse empregada em diversos papéis, como defesas aéreas , guerra antitanque ou em navios da marinha.


Casa da FEB _ Vitrine 56

·          Morteiro 81mm:


O Morteiro Médio Antecarga 81 mm é uma arma de tiro indireto, adequada ao emprego em todos os tipos de combate, especialmente como apoio de fogo às unidades de infantaria, cavalaria, paraquedistas.

O Morteiro, composto de tubo-canhão, placa-base e reparo-bipé, tem como principais características: 41,4 kgf de peso total, considerado um baixo peso; possui alcance máximo de 6.000 m; é extremamente preciso e de fácil manejo; e tem a capacidade de operar em elevadas cadências de tiro, assim como em condições topográficas adversas.

O principal morteiro médio utilizado na guerra colonial foi o Brandt m/931, desenvolvido por esta firma em França, no final dos anos 20 (1927), (ainda que baseado no desenho do morteiro Stokes, de origem inglesa) e conhecido como o Brandt 81 mm mle/27/31 (por ter sido redesenhado em 1931).

Foi o morteiro das forças francesas na IIª Guerra Mundial. Depois da ocupação nazista foi utilizado pelas forças alemãs a contento e deu origem a um morteiro do mesmo tipo norte-americano e muitas cópias pelo mundo fora.

·          Características técnicas:

Tipo: Morteiro médio

Origem: França

Calibre: 81, 4 mm

Comprimento do  cano: 126 cm

Peso do cano: 20, 7 Kg

Peso do bipé: 18, 5 Kg

Peso do prato base: 20, 5 Kg

Peso do aparelho de pontaria: 1,3 Kg

Peso total em posição de fogo: 61 Kg

Alcance: 4 000 m

Alinhamento de tiro: Recurso a aparelho de pontaria apropriado

Capacidade de fogo: Variável (15 a 30 gpm)

Funcionamento: Ante carga, com precursor fixo e de tubo de alma lisa. O disparo dá-se por queda da granada sobre o precursor e o lançamento por ação dos gases da carga propulsora e das cargas suplementares, se as houver.

Munição: Variada (granada explosiva normal (3, 2 Kg), explosiva de grande potência (6, 9 Kg), de fumos, iluminação e de treino). As granadas podiam levar cargas suplementares presas nas alhetas que lhe davam um maior alcance. Havia granadas que armavam por inércia e só depois disso é que rebentavam ao contato e outras que rebentavam pelo contato da mola do nariz.

Casa da FEB _ Vitrine 55

·          Metralhadora Madsen 7mm M932:


Madsen foi uma metralhadora leve desenvolvida em 1903, pelo Capitão Madsen da artilharia do Exército da Dinamarca. Sendo uma das primeiras metralhadoras leves produzidas em grande quantidade, a sua acção era única e requeria uma maquinação cuidada durante a sua fabricação. O seu funcionamento baseava-se no sistema de recuo longo do cano.

Madsen foi uma das primeiras metralhadoras leves que foram produzidas em larga escala, sendo vendido para mais de 34 diferentes nações pelo mundo, tendo participação em diversos conflitos por mais de 80 anos.

A metralhadora foi adquirida pelos paraguaios entre os anos de 1920 e 1930 onde estavam se armando para iniciar uma guerra contra as forças bolivianas para tomar a região de Gran Chaco, no que ficou conhecido como a Guerra do Chaco (1932-1935). No início da guerra cerca de 400 destas metralhadoras estavam em mãos paraguaias, sendo mais adquiridas durante o seu decorrer. Nesta época foram adquiridos pelo Brasil cerca de 23 Tankettes L3/35|CV-35 da Itália nos anos de 1930, sendo a maioria destes armados com metralhadoras Madsens duplas de 7 mm.

 

A Madsen foi usada pela primeira vez em combate durante a Guerra Russo-Japonesa, nas mãos do Exército Russo, que tinha comprado 1.200 exemplares da arma. Durante a Primeira Guerra Mundial, o Exército Alemão usou a versão de calibre 7,92 mm para armar as suas companhias de infantaria, tropas de montanha e tropas de assalto. Era considerada uma arma cara de produzir, mas extremamente fiável. Foi vendida a 34 países em versões de cerca de doze calibres diferentes.

No início da Segunda Guerra Mundial a metralhadora Madsen ainda estava em serviço em diversos exércitos. Em 1940 o Exército da Noruega usou 3.500 da versão M/22 de calibre 6,5x55 mm na defesa do seu país contra a invasão alemã.

Nesta época foi formado o primeiro esquadrão norueguês que era equipado principalmente com as metralhadoras Madsen, sendo tempos depois incorporada em outros esquadrões. Foram formados vários batalhões e cada um contava com 36 Madsens, e outras nove metralhadoras pesadas M/29. Contudo não era considerada uma arma ideal pelos soldados noruegueses pelo fato de emperrar após alguns disparos, tendo assim ganhado o apelido de Jomfru Madsen (em inglêsVirgin Madsen).

Madsens capturadas foram usadas por unidades de segunda linha alemãs durante toda a guerra. Também eram a metralhadora padrão do Exército das Índias Orientais Holandesas, sendo algumas capturadas e usadas pelo exército imperial japonês.

 

·          Características técnicas:

Peso: 9 kg

Comprimento: 951 mm

Comprimento do cano: 584 mm

Ação    Recuo: longo

Cadência de tiro: 450 tpm

Velocidade de saída: 700 m/s - 870 m/s

Alcance efetivo: 1 km

Sistema de suprimento: carregador curvo

 

 

 

Casa da FEB _ Vitrine 40

·          Espiriteira:


É uma espécie de fogareiro de metal, usada para manter a comida quente. Muito utilizada durante a Segunda Guerra Mundial pelos pracinhas da FEB, normalmente utilizada em acampamentos, era de fácil acesso, prático e portátil, podendo ser carregada nos bornais dos militares. 


·          Capacete de aço M1:

capacete M1 é um capacete de combate desenvolvido pelo Exército dos Estados Unidos durante a Segunda Guerra Mundial, sendo usado como peça padrão do equipamento americano de 1941 até 1985, quando foi substituído pelo PASGT. O M1 foi por quarenta anos o símbolo mais identificável do militar dos Estados Unidos. Seu modelo foi adotado por vários países e dúzias de variantes foram desenvolvidas.

O capacete M1 foi projetado para substituir o capacete M1917A1, o primeiro capacete utilizado pelo Exército dos Estados Unidos, que era considerado pouco versátil[3]. Em 1940, o Major Harold G. Syderham projeta o capacete M1 (nomeado na fase de testes como TS-3), baseado em idéias para melhoras do capacete M1917 que o mesmo teve em 1928. Em 9 de junho de 1941, o capacete foi adotado oficialmente pelo Exército dos Estados Unidos, com a designação de Helmet, Steel M1. Durante a Segunda Guerra Mundial, 22 milhões de capacetes foram produzidos, nos padrões de 1941 e 1943. Foram feitas modificações no capacete nos anos de 1951, 1961, 1966 e 1973, tendo sido em sua maioria, modificações em sua jugular e carneira, além das variantes especificas para paraquedistas (M1C) e o capacete M3, utilizado por tripulantes de bombardeiros se protegerem de fragmentos de Flak.

 O capacete M1 começou a ser retirado de serviço no inicio dos anos 80, sendo substituído pelo PASGT, construído em Kevlar, porém, seu capacete interno ainda é encontrado nas Forças Armadas dos Estados Unidos, sendo utilizado em cerimoniais e no treinamento dos SEALs da Marinha dos Estados Unidos.

O capacete M1 foi projetado com dois capacetes - em tamanho padrão para todos - um capacete de aço (nas versões sul-coreanas e iraquianas, se utiliza plástico balístico corlon) e um capacete interno, feito em papelão reforçado em sua primeira versão e nas versões posteriores, em plástico. Este capacete interno é contem a carneira, ajustável para a cabeça do usuário, e o capacete externo, contém a jugular.

O capacete pode receber uma coifa para camuflagem. Inicialmente, os Fuzileiros Navais dos Estados Unidos utilizaram na campanha do pacifico coifas reversíveis, com camuflagem em tons de verde em um lado e tons de ocre em outro. Após a Segunda Guerra, o Exército dos Estados Unidos adotaram coifas camufladas para suas tropas, como a camuflagem Mitchell, ERDL e Woodland, além de coifas em verde-oliva. As coifas de capacete ficam presas entre o capacete interno e externo, cobrindo a peça externa. Também pode ser adicionado redes de camuflagem (de uso muito normal pelas tropas norte-americanas na Segunda Guerra Mundial) e uma tira elástica em verde-oliva.




·          Barraca de dois praças:

Barraca americana da Segunda Guerra Mundial para acampamento. Em cada barraca ficavam dois militares quando acampados.





·          Coturno:

Feitos de acordo com os cadernos de encargos do Serviço de Intendência da Força Expedicionária Brasileira: couro marrom do avesso, reforço na biqueira, cinco ilhós, costuras paralelas de quatro pespontos, canhão em couro marrom e sólidas ferragens de latão.



·          Manta V.O.:

Manta para os militares se cobrirem no frio ao se deitarem pro descanso dentro das barracas.




·          Bornal:

Bornal  é um tipo de bolsa utilizada para guardar ou carregar objetos. Sua origem deriva de uma pequena bolsa, feita com tecido, se usa carregando-a junto ao corpo, presa através de uma espécie de alça.

É um tipo de bolsa com fácil acesso. Pode ser usada ou carregada a tiracolo, ou pelas mãos.

Por ser de fácil acesso, foi bastante utilizada na campanha da Segunda Guerra Mundial.

Era a ferramenta certa para médicos, enfermeiros e padioleiros, para carregar os medicamentos e equipamentos.