sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Fuzil Anticarro Alemão


·            FUZIL ANTICARRO ALEMÃO:


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Nomenclatura: Fuzil Mauser M918 Tank Gewehr 13,2 mm

A ideia de usar espingardas de alto calibre e de alta velocidade como armas anticarro teve origem na Alemanha. Em 1917 o exército Alemão, confrontado com a fortaleza móvel, verificou que não tinha nenhuma arma para enfrentar tal ameaça.
O Fuzil Anticarro Mauser usualmente abreviada como T-Gewehr é uma arma de fogo alemã usada na Primeira Guerra Mundial, tendo seu primeiro aparecimento em Fevereiro de 1918. A empresa Mauser começou a produzir em massa na região de Oberdorf , em maio de 1918. As primeiras espingardas foram atribuídas às unidades especiais antitanque. Aproximadamente 15.800 exemplares foram produzidos.

·            Características técnicas :

País de origem: Alemanha

Fabricante: Mauser

Peso: 16,8 kg - 17,3 kg com bipé

Comprimento: 1,68 m

Calibre: 13,2 mm

Velocidade do Projétil: 780 m/s

Alcance: 500 m

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Evolução do Armamento _ Vitrine 26


Vitrine 26 – O HOMEM NOSSO MAIOR PATRIMÔNIO:



Brigada de Infantaria Paraquedista, junto com as Forças Especiais e dos Militares dos Grupamentos de Guerra na Selva fazem parte da Tropa de Elite do Exército Brasileiro. Desta forma, podemos imaginar o quanto a Brigada Paraquedista é importante, e realiza missões desafiadoras.
A tropa é preparada para saltar de helicópteros com a utilização de paraquedas e operar as missões em territórios inimigos. Por isso utilizamos os nossos corajosos paraquedistas para fazer a figura do homem, o nosso maior patrimônio, pois sem o homem não teríamos alcançado a tecnologia que hoje é utilizada pelos exércitos do mundo inteiro.


Evolução do armamento _ Vitrine 15


Vitrine 15 – METRALHADORA GATLING.45:


Metralhadora Gatling, criada pelo inventor americano Richard J. Gatling durante a guerra civil americana, é considerada a primeira metralhadora perfeitamente funcional da história da humanidade. Foi a primeira metralhadora utilizada pelo Exército Brasileiro em 1874, seu mecanismo é conhecido mundialmente, é utilizado até os dias de hoje por diversos países, pois ele proporciona uma quantidade de tiros muito elevada. São muito utilizados em aviões e helicópteros, a metralhadora Gatling mais rápida da atualidade, a russa GSh-6-23,  é capaz de uma cadência de 10.000 tiros por minuto.

segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Evolução do armamento _ Vitrine 03

Vitrine 03 – ARMA BRANCA:

           
             
                A primeira lâmina de espada que se conhece é de bronze, pertenceu ao rei de  Acádia, foi encontrada no túmulo do Rei Sargão (reinou em acádia no século XXIII a.C, de 2215 a 2270 a.C), aparentando ter mais de 5.000 anos. As armas brancas, como são chamadas hoje as armas feitas de metais e que não são armas de fogo, surgiram com o propósito de guerrear, como vimos ao longo dos anos as mais variadas guerra que já surgiram no mundo, disputas territoriais, religiosas e soberanas. Tendo em vista o uso das armas brancas, foram criados escudos, armaduras e foram aperfeiçoadas ao longo dos anos. Armaduras completas pesando até 27 quilogramas surgiram no século XIV. As armaduras de placas eram bem projetadas e os cavaleiros possuíam grande agilidade. Um cavaleiro de armadura no chão não estava indefeso e podia facilmente se levantar. Há relatos e pinturas de homens com armaduras plantando bananeira e fazendo outros tipos de ginásticas. Nas armaduras posteriores, havia muita preocupação em desviar projéteis e reforçar áreas mais expostas à golpes. Com o passar dos anos, apareceram elaboradas armaduras completas, entalhadas, as quais eram mais cerimoniosas e prestigiosas do que práticas. 

Evolução do Armamento_Vitrine 09


Vitrine 09 –CHAPA DE AÇO DO ENCOURAÇADO ALAGOAS


   O Encouraçado Alagoas foi um navio de guerra do tipo monitor encouraçado que serviu a Armada Imperial Brasileira e, por um breve período, à nova Marinha do Brasil após a Proclamação da República. O monitor foi o terceiro navio construído da Classe Pará no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro, durante a Guerra da Tríplice Aliança. Esta classe foi construída para suprir a necessidade específica da Marinha por navios blindados de calado (é a designação dada à profundidade a que se encontra o ponto mais baixo da quilha de uma embarcação, em relação à linha d'água (superfície da água)) raso capazes de resistir a grandes incêndios.
O monitor recebeu o nome de Alagoas em homenagem à província de Alagoas, sendo o primeiro navio da Marinha a ostentar este nome. Como o outro de sua classe, media pouco mais de 36 metros de comprimento total, com uma boca de 8,54 metros e um calado entre 1,51 e 1,54 metros. A torre longa do único canhão, de cano curto, ficava em uma plataforma circular que tinha um eixo central mecanicamente girada por um sistema de engrenagens. O casco era blindado, com três camadas de madeira de orientação alternada, e revestido por madeira de lei peroba (madeira de lei: termo foi criado para designar as madeiras que só podiam ser derrubadas se a Coroa Portuguesa autorizasse)
O navio participou de algumas batalhas da Guerra da Tríplice Aliança em 1868. Em particular, na Passagem de Humaitá, destacou-se dentre os demais, pois, ignorando ordens, atravessou, sozinho, as barreiras e canhões inimigos, contribuindo para a vitória dos aliados. Após a guerra, o Alagoas foi designado para a recém-formada Flotilha do Alto Uruguai, sediada em Itaqui, onde participou em 1874 do bombardeio contra Alvear, na Argentina, ordenado por Estanisláo Przewodowski, em tempos de paz. Foi descomissionado em 1896.

           Os cascos dos navios da classe Pará eram feitos de três camadas de madeira que se alternavam em orientação. Ele tinha 45,7 centímetros de espessura e foi coberto com uma camada de 10,2 centímetros de madeira de lei peroba. Os navios tinham um cinturão blindado a ferro forjado na linha d' água com 91 centímetros de altura. Tinha uma espessura máxima de 10,2 centímetros, diminuindo para 7,6 centímetros e 5,1 centímetros nas extremidades do navio.
Em exposição, está uma parte da blindagem do encouraçado Alagoas com 1,03 metros de altura, 2,13 metros de largura, 8 cm de espessura e pesando 1 tonelada.

Obs: Esta peça em exposição a marcas de tiros de canhão. 

Evolução do Armamento_Vitrine 05


Vitrine 05 – FILA DE ATIRADORES





Nos séculos XVIII e XIX, designação "atiradores" foi dada, nos exércitos de vários países, a várias unidades ou subunidades especializadas naquele método de combate. Posteriormente, com a adoção generalizada daquele método pela infantaria moderna, em alguns exércitos, todos os soldados de infantaria passaram a ser designados "atiradores". A designação "linha de atiradores" também passou a ser dada, em tática militar, às formações em ordem aberta da infantaria para execução de tiro de arma ligeira.

Evolução do Armamento_Vitrine 04


Vitrine 04 – ORIGEM DA CONTINÊNCIA

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            O elmo é uma proteção, utilizada no ambiente bélico, destinada a defender a cabeça do soldado. Faz parte do equipamento de guerra antiga e medieval, e se apresenta das mais variadas formas, mas sua função básica é sempre a proteção craniana. A parte que protegia a visão era denominada de barbudas. Na idade média surgem elmos com a viseira móvel, o qual a parte que protege o rosto pode ser levantada, deixando o rosto do cavaleiro visível sem ter que desequipar o elmo. A origem dessa saudação militar nos leva de volta à Idade Média, quando a continência era usada como um símbolo de respeito para com os reis. Nessa saudação, os guerreiros faziam uma reverência ao rei, erguendo com a ponta dos dedos da mão direita a viseira do elmo que fazia parte da armadura medieval.