segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Evolução do Armamento_Vitrine 22


Vitrine 22 – BOMBA DE AVIAÇÃO



Bomba aérea fabricada no Arsenal de Guerra do Rio de Janeiro na década de 1930 para equipar a Aviação do Exército, pesando 125 libras (56,69 kg).


Evolução do Armamento_Vitrine 21


Vitrine 21 – FIAT ANSALDO







A origem deste pequeno e notável carro de combate se baseou no projeto do veículo similar inglês Carden-Loyd Mk VI, modelo desenvolvido pela empresa Vickers-Armstrongs a pedido do Exército Real Britânico no inicio da década de 1920, tendo por missões prioritárias tracionar peças de artilharia e reconhecimento no campo de batalha. Seu projeto foi refinado ao longo desta década e o seu modelo final obteve grande êxito no mercado de exportações com mais de 450 unidades comercializadas para mais de vinte países, servindo de base para o desenvolvimento de uma geração de carros de combate leves, entre estes o modelo japonês Type 92 Jyū-Sokosha, o polonês TKS e italiano CV3-33. O Exército Real Italiano assinou contrato em 1929 com a Vickers-Armstrongs para o aquisição de quatro carros e produção em licença pela empresa  de mais vinte e uma unidades que passariam a ser equipadas com duas metralhadoras 8 mm Fiat Mod. 14 tipo aeronáutica ou ainda  um lança-chamas FIAT-OCI. Entrando em serviço localmente estes carros receberam a designação no Exército Real Italiano de CV-29, sendo "CV" é uma abreviatura de Carro Veloce (italiano: "tanque rápido") e "29" como o ano da adoção.

A pedido do Exército Real Italiano, a equipe de projetos da fábrica Ansaldo, de Gênova, iniciou estudos para o desenvolvimento de um carro de combate leve sob lagartas. O primeiro carro foi completado em 1933, sendo produzido em conjunto a Fiat, após testes de aceitação um primeiro contrato seria celebrado com o governo fascista italiano para a aquisição de 300 carros designados como CV3-33 e que seriam destinados a função de controle de distúrbios urbanos. Uma versão melhorada começaria a ser desenvolvida em 1934, que culminaria em 1935 em um veículo leve, de dois lugares, artilheiro e motorista, recebeu a designação de “Tankette” – em virtude de seu pequeno tamanho apresentando 3,15 m de comprimento,1,28 m de altura e 1,40m de largura, baixo peso na ordem de 3.100kg. Seu projeto facilitava a locomoção em terrenos difíceis, podendo alcançar 42km/h em estradas e 12km/h em terreno acidentado, com autonomia de 140km, blindagem máxima de 13,5mm, impulsionado por um motor Fiat a gasolina, 4 cilindros em linha, 43hp, 2.746 cilindradas e refrigerado a água. A participação da Fiat se dá através dos motores que o equiparam, daí a denominação Fiat-Ansaldo. Em 1936 começaria a produção da versão designada CV3-35 que visualmente se diferenciava da versão anterior por apresentar a blindagem fixada por rebites ao invés de soldada e passava a dispor de duas novas metralhadoras Fiat Mod. 14/35 de 8 mm em substituição os originais FIAT-Revelli Mod. 1914 de 6,5 mm.

A implantação definitiva dos blindados no Brasil se deu a partir da chegada dos carros Fiat Ansaldo CV 3-35  Modelo II e ao idealismo do Capitão Carlos Flores de Paiva Chaves em1938. Muito embora esses carros não fossem os primeiros a serem adquiridos pelo Exército, foram de vital importância. As ideias do Capitão a respeito da novidade chamada carros de combate começaram a se materializar, concretamente, a partir de 1934, quando inicia um estágio na Escola de Cavalaria de Saumur e, no ano seguinte, serve no 13º Regimento de Dragões, em Melun, ambos na França, retornando ao Brasil no final de 1936. Este aprendizado foi muito importante, tanto que em 1937 foi nomeado Adjunto e Chefe da Seção de Motorização do Estado-Maior do Exército, criada a título experimental, onde organizou os estudos preliminares de motorização e mecanização. Em 1938, foi designado, por ordem do Ministro da Guerra, General Eurico Gaspar Dutra, para organizar o Centro de Instrução de Motorização e Mecanização (CIMM) e comandar a recém-criada subunidade-escola deste Centro, além de integrar a Comissão de Estudos de Motomecanização, uma novidade dentro do Exército Brasileiro.

Neste mesmo ano regressava ao Brasil, depois de ter observado o desenvolvimento das operações de guerra na Abissínia, então ocupada pelas tropas italianas, o General Waldomiro Castilho de Lima, que aconselha a compra dos modernos carros de combate leve Fiat-Ansaldo CV 3-35, da Itália, em razão de seu sucesso nas terras áridas em que se desenvolveu aquele conflito. Esses carros-de-combate, sem dúvida, foram o maior sucesso comercial da indústria bélica italiana, desta maneira seguindo a tendência de diversos que já haviam incorporado este blindado em suas fileiras, o governo brasileiro firma com a empresa Ansalvo um contrato para o fornecimento de um pequeno lote destes veículos. Os Fiat-Ansaldo, CV 3-35 II quando chegaram ao Brasil, foram recolhidos ao Depósito de Material Bélico, em Deodoro e, em 25 de maio de 1938, pelo Aviso no 400, foi criado o Esquadrão de Auto-Metralhadora do Centro de Instrução de Motorização e Mecanização, integrado à recém-criada Subunidade-Escola de Moto-Mecanização. Seu aquartelamento foi em Deodoro, ocupando parte de um edifício inacabado, e destinado à Escola de Engenharia (atual Escola de Material Bélico – EsMB). O próprio Capitão Paiva Chaves, com a ajuda de um sargento mecânico da Escola de Aviação, opera, um a um, os carros, os quais são levados do Depósito de Material até as novas instalações da subunidade.

Esses blindados foram usados na instrução e formação de pessoal até 1942, enquanto o Exército vinha recebendo material de origem norte-americano, moderno, desde o ano anterior, para equipar diversas unidades, inclusive as blindadas. Eles motivaram muito a oficialidade brasileira no emprego e utilização de veículos blindados. Os Fiat-Ansaldo CV 3-35 II não foram excluídos, ainda sobreviveram, alguns deles foram enviados para Recife, neste mesmo ano de 1942, como integrantes do Esquadrão de Reconhecimento da Ala Motomecanizada do 7º Regimento de Cavalaria Divisionário, sob o comando do 1º  Tenente Plínio Pitaluga, futuro comandante do 1º Esquadrão de Reconhecimento da FEB, única unidade de Cavalaria do Exército Brasileiro a lutar no teatro-de-operações da Europa, reforçando as tropas do General Mascarenhas de Moraes, comandante da FEB. A seguir retornaram ao Rio de Janeiro, então Distrito Federal, sendo usados até o final da Segunda Guerra Mundial em 1945. Posteriormente, foram recolhidos a um depósito do Exército, e alguns foram para Polícia Militar do Distrito Federal, onde operaram até os anos 50. Outros  serviram como alvo em exercícios de artilharia e lança-chamas.

Durante e logo após a Segunda Guerra Mundial, a arma blindada brasileira foi inteiramente modificada e modernizada, passando a possuir blindados norte-americanos dos modelos M-3 Lee, M-4 Sherman e M-3 Stuart, os quais foram os sucessores dos Fiat-Ansaldo nas novas unidades criadas.

Características técnicas:
Fabricante: FIAT – Ansaldo
País de origem: Itália
Período de utilização no Brasil: 1938 até 1945
Total adquirido pelo EB: 23 carros
Emprego: Carro de combate leve
Motorização: FITA-SPA CV3 refrigerado a água com 43 hp
Alcance: 125 km
Velocidade: 42 km/h
Armamento: 02 metralhadoras Madsen 7mm ou 01 Breda 13,2 mm

Evolução do Armamento_Vitrine 20


Vitrine 20 – TECNOLOGIA CONTRA TECNOLOGIA


·         METRALHADORA MP 28


Aperfeiçoamento da MP18. I, fabricada pela Haenel, utilizada pelas SS e pela Gestapo; A MP18 foi uma pistola-metralhadora utilizada pelo exército Alemão durante a Primeira Guerra Mundial. Produzida de 1918 a 1920, com as suas derivações a serem também utilizadas na Segunda Guerra Mundial.
Especificações: peso 4,18 kg, comprimento 815 mm, comprimento do cano 200 mm, calibre 9 mm, ação culatra aberta, cadencia de tiro 500 tiros p/min.


·         MOSQUETÃO MAUSER K98


O rifle Mauser, que sabemos sob o nome Mauser 98k, foi lançado em 1935, mas foi apenas uma pequena atualização do rifle, lançado em 1898. Esta arma resultou tão bem sucedida que serviu mais de meio século. A letra k no final da abreviatura significa a palavra alemã Kurz, que significa "curto". Mauser 98k é um fuzil de revista com um portão deslizante rotativo longitudinal. Gire o parafuso 90 graus ao travar o cano, ele tem até três talões, o que proporciona um bloqueio extremamente forte. Além disso, há uma abertura especial no portão, que, ao quebrar os gases em pó, leva-os até a cavidade do depósito.
Especificações técnicas: calibre 7,92 mm, comprimento 1100(com baioneta 1340) mm, alcance efetivo 500 m, velocidade inicial da munição 860 m/s, alimentada com 5 cartuchos e seu ano de produção 1935-1945.



·         FUZIL PENDERSEN


O rifle Pedersen, oficialmente conhecido na forma final como o rifle T1E3, era um rifle semiautomático dos Estados Unidos , projetado por John Pedersen, feito em pequenos números para testes pelo Exército dos Estados Unidos durante a década de 1920, como parte de um programa para padronizar e adote um substituto para o M1903 Springfield .
Embora o Pedersen tenha sido classificado por um tempo como o candidato mais provável para padronização e adoção, o M1 Garand calibre. 30 fomos escolhidos.
O Exército dos EUA havia demonstrado interesse na idéia de rifles auto carregáveis ​​(semiautomáticos) antes da Primeira Guerra Mundial. A experiência de combate durante a guerra havia deixado claro dois pontos gerais: o cartucho de rifle calibre .30-06 padrão era excessivamente poderoso para as distâncias (500 jardas e menos) em que provavelmente ocorria o combate de infantaria, e que os rifles de tiro com trinco, como o M1903 Springfield, careciam seriamente de poder de fogo e capacidade de tiro no segundo tiro.
Especificações: cartucho 276 e ação blowback com atraso de altemânica.


·         MORTEIRO


O morteiro é uma boca de fogo de carregar pela parte anterior do tubo (anti-carga), destinada a lançar granadas em tiro curvo de curto alcance.
Os atuais morteiros, têm origem nos morteiros de trincheira desenvolvidos na Primeira Guerra Mundial para serem especialmente usados na guerra de trincheiras. Na década de 1960 foi desenvolvido para o Exército Português um tipo especial de morteiro ultraligeiro denominado norteie-te.
Atualmente os morteiros são normalmente usados como arma de apoio de infantaria. No entanto, os morteiros pesados são, em alguns casos, usados como arma de artilharia.
O primeiro morteiro moderno só apareceu durante a primeira guerra mundial inventado por Sir Wilfred Stokes em 1915. Foi o morteiro mais utilizado pelas forças aliadas durante a guerra tendo, o exército Britânico, 1.636 unidades em operação no final do conflito. Apesar de simples era altamente eficaz podendo atingir uma cadência de tiro de até 25 projéteis por minuto com um alcance de 700/800 metros em ângulo de tiro de 45º a 75º.
Morteiros ligeiros: peso inferior a 1 kg, calibre até 60 mm e alcance máximo de 1900 metros;





·         PISTOLA MAUSER 9mm


Com a mudança das táticas no final da 1ºGM ,foi necessário criar-se armas mais leves, capazes de disparar muitas vezes por minutos. Uma das primeiras soluções foi a pistola mauser que usando uma coronha de madeira, transformando em uma pequena carabina semi automática.
Especificações 0,28 m de comprimento (0,635 m c/ coronha). Projetada em 1895 pelos irmãos Fidel, Friedrich e Josef Feederle, sendo fabricada na Alemanha, pela Mauser, a partir de 1896. A C96, ou variantes da mesma, foram também fabricadas, sob licença, em outros países, como a Espanha e a China.



·         BOMBA DE AVIAÇÃO


Exemplar dos primeiros tipos de bombas usadas no inicio da 1º GM, pesando 5 kg o aviador lançava manualmente sobre seu alvo. Bombas como esta foram usadas contra os rebeldes no forte de Copacabana em 1922.
Especificações: 4 alheta, comprimento 0,52 m e com diâmetro medindo 0,06 m.



·         PISTOLA MANNLICHER M905


A Modelo 1905 é uma pistola projetada por Ferdinand Ritter Von Mannlicher em 1899 e originalmente produzida na Áustria como Mannlicher Modelo 1901. O Mannlicher 1900, 1901 e o Modelo 1905 usam o mesmo sistema operacional de blowback. Fowler, North e Stronge descrevem armas operadas por blowback como usando a pressão da rodada gasta para empurrar um parafuso que está localizado atrás da rodada para frente e para trás contra uma mola. A pressão força a lâmina de volta contra a mola e ejeta o cartucho usado. Então, uma nova rodada entra na câmara e a mola comprimida empurra o parafuso para frente novamente, carregando a bala na culatra, deixando a arma pronta para disparar novamente.
Especificação: pistola semiautomática, peso 950 g, comprimento 246 mm, cartucho de 7,36 mm e alimenta até 8 cartuchos.



·         PISTOLA LUGER M906


A pistola Luger P08 foi uma antiga pistola fabricada na Alemanha. Foi considerada como o maior souvenir da Segunda Guerra Mundial. Esta pistola foi adotada pelo exército alemão em 1908 (daí o nome P08) e dois milhões de unidades foram fabricadas entre 1914 e 1918 (1918 não foi o ano final de produção).
Sua verdadeira definição técnica era P08 Parabellum-Pistole (Pistola Parabellum), termo oriundo do latim. A Luger teve suas origens em um projeto inicial de Hugo Borchardt em 1893. Mais tarde foi patenteada por George Luger que a aprimorou e desenvolveu para produção em série. A arma acabaria levando seu nome até o final.
Especificações: semiautomática, p08 850 g e 1 kg, comprimento 230 mm, calibre de 9 mm, ação com recuo curto, velocidade de saída 350/400 m/s e sistema de suprimento com carregador recto de 8 munições.





·         METRALHADORA MADSEN M1918



A Madsen foi uma metralhadora leve desenvolvida em 1903, pelo Capitão Madsen da artilharia do Exército da Dinamarca. Sendo uma das primeiras metralhadoras leves produzidas em grande quantidade, a sua ação era única e requeria uma maquinação cuidada durante a sua fabricação. O seu funcionamento baseava-se no sistema de recuo longo do cano. A Madsen foi usada pela primeira vez em combate durante a Guerra Russo-Japonesa, nas mãos do Exército Russo, que tinha comprado 1.200 exemplares da arma. Durante a Primeira Guerra Mundial, o Exército Alemão usou a versão de calibre 7,92 mm para armar as suas companhias de infantaria, tropas de montanha e tropas de assalto. Era considerada uma arma cara de produzir, mas extremamente fiável. Foi vendida a 34 países em versões de cerca de doze calibres diferentes.
Especificações: peso 9 kg, comprimento 951 mm, recuo longo, cadência de tiro 450 tiros p/min, velocidade da saída da munição 700 m/s e com alcance de 1 km.

Evolução do Armamento_Vitrine 19

Vitrine 19 – CARRO DE COMBATE RENAULT FT-17





             O Renault FT (muitas vezes incorretamente chamado de Renault FT 17) foi um dos primeiros carros de combate a serem fabricados no mundo. Leve, rápido e fácil de ser produzido, operado, mantido e reposto, o Renault FT foi o mais bem sucedido carro utilizado pelas unidades de cavalaria aliadas durante a I Guerra Mundial. Entre as quais, aquelas nas quais serviram os militares brasileiros na frente ocidental, durante a missão militar de 1918.
Foi o primeiro carro de combate do 
Exército Brasileiro, em uso na Companhia de Carros de Assalto, sob o comando de José Pessoa Cavalcanti de Albuquerque, em 1921, tendo sido amplamente utilizados até 1942. O Brasil adquiriu 12 unidades, quando já se considerava a necessidade de outro tipo de armamento para dar apoio a infantaria como as metralhadoras e os canhões. Das 12 unidades fornecidas, 6 eram na versão FT canon que estava equipada com um canhão Puteaux SA 18. Os outros 5 eram equipados com uma metralhadora de 7.7 mm e o último servia para comunicação, sem armamento e equipado com rádio.

Características Técnicas 
Criador: Rodolphe Ernst-Metzmaier
Data de ciração: 1915
Fabricante: Renault
Peso: 6,5 toneladas
Comprimento: 5 m
Largura: 1,74 m
Altura: 2,14
Tripulação: 2 (comandante, motorista)
Blindagem do veículo: 22 mm
Armamento: canhão 37 mm ou metralhadora 7,7 mm
Motor: Renault 4 cilindros gasolina, 39 hp (29 100 W)

Evolução do Armamento_Vitrine18


Vitrine 18 –ARMA X CARROS DE COMBATE


·         LANÇA ROJÃO


Lança rojão (Bazuca) - Bazooka é o nome comum para uma arma portátil sem recuo anti-tanque lançador de foguetes, amplamente utilizada em campo de pelo Exército dos Estados Unidos . Também chamada de "Stovepipe", a inovadora bazuca estava entre a primeira geração de armas antitanque de propulsão a foguetes usadas em combate de infantaria. O desenhista Edward Uhi, projetou-a em 1942 (2,36 polegadas).



·         METRALHADORA SUOMI

Uma das submetralhadoras mais bem sucedidas da segunda guerra mundial, sua fabricação começou em 1931 e foi até 1953.
Foi usada por muitos soldados pertencentes ao eixo, desde alemães a italianos e os próprios finlandeses.
muita coisa foi copiada para a fabricação da PPSH 41 soviética, até portando a mesma qualidade de quase nunca travar.

Submetralhadora Suomi m31.
Nacionalidade: Finlândia
Calibre: 9x19mm Parabellum
taxa de fogos por minuto: 750-900
distancia eficaz: 200 metros.




·         METRALHADORA BREDA 13,2mm M938


         A Breda Modelo 31 foi uma metralhadora pesada italiana largamente utilizada, produzida pela Società Italiana Ernesto Breda e usado pela Marinha italiana,  e o Exército italiano durante a segunda Guerra Mundial. No mar, ele foi empregado como uma arma anti-aérealeve, enquanto na terra ele foi montado em blindados de comando  onde ela foi usada como uma metralhadora pesada. Após a II Guerra Mundial permaneceu em uso a bordo de barcos de patrulha da Guardia di Finanza.Empregada no ano de 1931 a 1950.
Especificações; massa 47,5 kg, comprimento 1,66 m, comprimento de cano 1m, alce máximo de tiro 6 km (3,7 milhas) a 45° e 4,2 km (14.000 pés) a 80° e com sistema de alimentação revesta caixa redonda.





·         METRALHADORA HOTCHKISS 7mm


Metralhadora Hotchkiss 7 mm - A metralhadora Hotchkiss e a metralhadora Browning .50 eram as duas metralhadoras usadas no  extinto 7º GACosM.  A Hotchkiss usava a mesma munição do mosquetão Mauser 08. Começou  a ser fabricada em 1914 na França e aperfeiçoada em 1922. Alcance máximo 4.300 m, alcance útil 2.400, cadência de trio 500 tiros p/min, calibre 7 mm, capacidade do carregador 30 cartuchos, comprimento total, 1,311 m, funcionamento automático com ação dos gases sobre o êmbolo, peso da metralhadora 25,60 kg e refrigerada a ar.

Evolução do Armamento_Vitrine 17

Vitrine 17 – O FIM DA INOCÊNCIA

·         CAPACETE DE AÇO



Os capacetes militares são conhecidos desde a Antiguidade e tinham como função proteger a cabeça, a face e o pescoço do ataque de espadas, lanças, flechas e outras armas.
Inicialmente eles foram fabricados em couro e reforçados com peças de ferro, ou totalmente em bronze, nos formatos cônico ou hemisférico. Esses modelos foram evoluindo até chegarem ao ponto de que todos os demais materiais empregados na confecção fossem substituídos pelo ferro. Porém, os primeiros combates nas trincheiras durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918) revelaram o fato de que 80% dos ferimentos sofridos pelos soldados, muitos deles fatais, eram na cabeça.
A idéia para a criação da primeira proteção destinada à cabeça dos soldados que lutavam nas trincheiras foi obtida de maneira ocasional em 1914, quando o General Adrian do Exército Francês ouviu de um soldado que foi ferido na cabeça por um projétil de rifle, que ele escapou da morte pelo fato de estar com sua tigela metálica de comida na cabeça sobre seu quepe de tecido.
Os primeiros exemplares eram bem rudimentares, consistindo de uma “tigela” de metal que era usada sob o quepe do soldado. Esse modelo inicial foi aprimorado, e tornou-se mais apresentável e eficiente, assumindo a forma semelhante aos capacetes utilizados pelos bombeiros franceses da época. Após um período de experiências, os primeiros capacetes de aço destinados a proteger a cabeça dos soldados nas trincheiras surgiram em 1915, e foram utilizados pelo exército francês (Casque Adrian M15). Na Inglaterra foram introduzidos em 1916 (MKI Helmet), seguidos pela Alemanha e posteriormente por toda a Europa.
O capacete de aço não era “à prova de balas”, mas proporcionava proteção eficaz contra estilhaços de granadas e também projéteis de pequeno calibre, desde que atingido num ângulo de incidência que proporcionasse o ricochete.




·         FUZIL METRALHADORA HOTCHKISS M921


A Metralhadora Leve Hotchkiss M1922 é uma arma de origem francesa do início do século XX. Foi inicialmente adotada pelo Exército Francês em 1909, no calibre 8mm, utilizando cartuchos Lebel (8x50R); e, posteriormente, por influência da Missão Militar Francesa, pelo Exército Brasileiro em 1922, no calibre 7mm Mauser (7x57mm). Nos países de língua latina é conhecida como Hotchkiss M1909 Benet-Mercie, e nos de língua inglesa, como Hotchkiss Mark I.
No Brasil foi adquirida para uso pela Cavalaria devido a seu baixo peso, porém, como fora projetada para utilizar cartuchos com projétis arredondados, passou a apresentar problemas após a adoção da munição com projétis pontiagudos, sendo gradualmente desativada.A metralhadora Hotchkiss e a metralhadora Browning .50 eram as duas metralhadoras usadas no  extinto 7º GACosM.  A Hotchkiss usava a mesma munição do mosquetão Mauser 08. Começou  a ser fabricada em 1914 na França e aperfeiçoada em 1922.

Características técnicas :

Alcance máximo: 4.300 m
Alcance útil: 2.400 m
Cadência de tiro: 500 tiros p/min
Cadência prática: 250 tiros p/min
Calibre: 7 mm
Capacidade do carregador: 30 cartuchos
Comprimento do cano: 787 mm
Comprimento   total: 1,311 m
Funcionamento: automático, com ação dos gases sobre o êmbolo
Peso da metralhadora: 25,60 kg
Peso do reparo: 27,24 kg
Peso total: 52,84 kg
Refrigeração: ar
Velocidade inicial: 709 m/seg




·         LANÇA-CHAMAS


O lança-chamas é um aparelho mecânico desenhado para projetar uma chama longa e controlável, ou, literalmente, lançar chamas. Alguns gêneros, incluindo os lança-chamas militares mais comuns, projetam um líquido inflamável, enquanto outros, projetam um gás inflamável. É utilizado pelas forças militares e por civis que precisem de uma chama controlada, tais como, na agricultura ou no combate a incêndios. Muitos lança-chamas, não militares, não utilizam um líquido inflamável, mas em vez disso, um gás inflamável de alta pressão, tais como, gás propano ou gás natural; que são considerados mais seguros para utilização agrícola, industrial.
O crédito pelo desenvolvimento do primeiro lança-chamas, no sentido moderno, é dado ao alemão Richard Fiedler. Ele apresentou os modelos do aparelho que batizou por Flammenwerfer para testes do exército alemão em 1901. O modelo mais interessante dos apreciados foi um aparelho portátil individual, que consistia num único cilindro de cerca de 1,2 metros de altura, dividido na horizontal por um gás pressurizado na secção inferior e com um óleo inflamável na seção superior. Ao carregar numa alavanca o gás forçava o líquido a sair através de um tubo de borracha passando por um dispositivo de ignição numa saída de aço. A arma podia projetar um jato inflamável (com enormes nuvens de fogo) a uma distância de 18 metros, tendo autonomia para dois minutos de utilização contínua. O lança chamas foi uma arma muito importante na Primeira Guerra Mundial.
Só em 1911, é que o exército alemão veio a aceitar o dispositivo, criando-se uma unidade especializada de doze companhias equipadas com o Flammenwerfer. Porém o lança-chamas só foi utilizado na Primeira Guerra Mundial a partir de fevereiro de 1916, quando foi utilizado contra os franceses em Verdun. Depois foi utilizado novamente em julho de 1916 quando foi utilizado contra as trincheiras britânicas em Hooge, sempre com sucessos limitados.
O uso em combate fez descobrir alguns problemas da arma: era difícil de operar e só podia ser disparada em segurança a partir de uma trincheira, limitando a sua utilização em áreas onde as trincheiras inimigas estavam a menos de 18 metros de distância, o que era raro. Os operadores de lança-chamas podiam tornar-se alvos extremamente vulneráveis, e raramente sobreviviam à captura, especialmente quando os captores haviam sido os seus alvos. A Grã-Bretanha e a França também testaram sistemas de lança-chamas mas acabaram por os abandonar. O exército alemão continuou a empregar lança-chamas em operações durante a guerra, sendo utilizados em mais de 300 ocasiões, geralmente em equipes de seis operadores.
Apesar dos problemas, os lança-chamas voltaram a ser intensamente utilizados na Segunda Guerra Mundial. A vulnerabilidade dos operadores individuais, juntamente com o curto alcance da arma, provocou experiências em que lança-chamas mais poderosos foram montados em carros de combate(chamados tanques chama).
Neste conflito os seus maiores utilizadores foram os fuzileiros norte-americanos que utilizavam os lança-chamas M2A1-7 que consideravam especialmente úteis para limpar as trincheiras e os bunkers ocupados pelos soldados japoneses no Teatro do Pacífico. Nos casos em que os japoneses haviam escolhido cavernas profundas para se entrincheirar, as chamas podiam não os alcançar mas consumiam o oxigénio o que os fazia sufocar. Os fuzileiros pararam eventualmente de utilizar os seus M2-2 com a chegada de carros de combate Sherman com o sistema Ronson.
Os mesmos modelos de lança-chamas dos fuzileiros foram também utilizados para limpar os bunkers durante o desembarque da Normandia Operação Overlord.
Os alemães utilizaram extensivamente lança-chamas, com o nome de Flammenwerfer 35 durante na Frente Leste Europeu, mas, devido à crueldade extrema associada ao seu emprego, acabaram reservando-os para situações excepcionais como casos de operações de retaliação.

Características técnicas :
Alcance: 18 metros
Autonomia  até 2 minutos




·         MUNIÇÃO DE ARTILHARIA


A Revolução Industrial possibilitou o emprego cada vez maior de munições. Com o gasto de milhares de toneladas de projéteis dos mais diversos tipos, necessitando a mobilizaçãogeral da indústria, para municiar os exercitos.
Nesta exposição temos munições dos canhões 57mm e 105mm.



·         MUNIÇÃO PARA ARMAS PORTÁTEIS


O 7,62×39mm é um cartucho de fuzil da União Soviética, a origem que foi projetado foi durante a Segunda Guerra Mundial. Foi usado pela primeira vez pelo RPD. Devido à proliferação mundial dos fuzis padrões SKS e AK-47, o cartucho é usado tanto por militares como por civis. Munição 7,62×39mm é supostamente testada para funcionar bem em temperaturas de 50° comprovando a sua utilidade no frio polar ou quente deserto..
O cartucho de 7,62×39 mm foi influenciado por uma variedade de desenvolvimentos estrangeiros, incluindo o alemão Mkb 42(H) e a carabina M1 dos E.U.A.[1]
Pouco depois da guerra, o cartucho militar padrão mais difundido no mundo foi projetado para este fuzil: o AK-47. O cartucho permaneceu padrão dos soviético até a década de 1970, e ainda é um dos cartuchos de fuzil intermediário mais comuns utilizados em todo o mundo. Foi substituído em serviço russo pelo cartucho 5,45×39mm, que é usado pela edição corrente AK-74 e suas variações.
O cartucho foi influenciado por uma variedade de produtos feitos em outros países, especialmente a bala experimental alemã GeCo 7,52x39 mm, e possivelmente pela 7,92x33 mm Kurz alemã ("kurz" significa "curto" em alemão). Posteriormente, um dos fuzis de combate mais conhecidos no mundo, o AK-47, foi criado, sendo utilizada esta munição. Seu substituto, o 5,45x39 mm é igual em poderio (devido a peculiar e duvidosa legalidade internacional em seu desenvolvimento) e mais controlável no fogo automático (devido ao seu baixo retrocesso), porém mais caro.
Em contraste com a 7,62 usada pela OTAN (7,62x51 mm), a 7,62 mm russa é menos potente, o que também significa menor alcance e letalidade, mas também menos retrocesso e tamanho. Quando a OTAN se deu conta destas vantagens, mudou para 5,56x45 mm. Menor e mais leve do que o russo, mas de alta velocidade (950 metros por segundo do 5,56 mm, em comparação com o 715 metros, do 7,62 mm russo). As características de letalidade dos dois cartuchos são aproximadamente semelhantes, com o 5,56 mm apresentando uma trajetória mais plana.





·         GRANADA DE MÃO


Granada (do francês grenade; do latim granatum, "romã"/ granum, "grão") é um artefato bélico com uma câmara interna que leva uma carga de arrebentamento, o qual em geral se lança a pequena distância com as mãos ou com o auxílio de uma arma de fogo (fuzil) ou lança-granadas. O nome "granada" deriva do Francês antigo[1] e do espanhol, significando "romã", devido a sua semelhança com essa fruta. O primeiro uso desse termo em inglês data dos anos 1590.
A Granada surgiu na China Medieval, durante o século IX, era feita de cebola seca, e enchida com pólvora, usava-se para destruir muros, fortificações etc.
Antigamente era um projetil com a forma de romã, que se enchia de pólvora, à qual se lançava fogo. Era uma arma explosiva utilizada por tropas especiais (os granadeiros) do século XVII até ao século XIX. As granadas modernas datam do início da Primeira Guerra Mundial.
Granadas de mão funcionam de maneira mais ou menos uniforme, sejam elas de explosão, de fragmentação, de fumaça, de impacto, incendiárias, lacrimogêneas, de gás ou com capacidade de iluminar. Um pino ou cavilha de segurança é retirado da granada antes que ela seja lançada, acionando um dispositivo que dispara uma espoleta. A espoleta incendeia-se, detonando a carga explosiva, e a granada explode, rompendo o invólucro. As granadas disparadas por fuzis utilizam a energia propulsora dos projéteis. Conforme o tipo, são usadas contra pessoas ou veículos de transporte blindados, para incendiar ou como meio de identificação, sinalização ou iluminação.
O coquetel molotov, feito com garrafas de vidro cheias de parafina, gasolina e combustível, pode ser considerado também um tipo de granada.

Características técnicas :



1 Tampa de Papelão
2 Tampa Superior
3 Tampa da espoleta
4 Eixo do percussor
5 Mola
6 Percussor
7 Arruela de couro
8 Ranhuras de encaixe
9 Corpo de conexão
10 Pavio
11 Segunda espoleta
12 Detonador
13 Primeira espoleta
14 Parafuso
15 Pino
16 Alavanca
17 Vista interna











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   MÁSCARA CONTRA GASES


A máscara de gás é uma máscara usada para proteger o usuário da inalação de poluentes no ar e gases tóxicos. A máscara forma uma cobertura selada sobre o nariz e a boca, mas também pode cobrir os olhos e outros tecidos moles vulneráveis ​​do rosto. A maioria das máscaras de gás também são respiradores , embora a palavra máscara de gás seja freqüentemente usada para se referir a equipamento militar (por exemplo, máscara de proteção de campo). O usuário da máscara de gás não está protegido contra gases que a pele pode absorver. A maioria dos filtros de máscara de gás dura cerca de 24 horas em uma situação química biológica nuclear (NBC).
Os materiais tóxicos transportados pelo ar podem ser gasosos (por exemplo, mostarda de enxofre e gás de cloro ) ou particulados (como agentes biológicos ). Muitas máscaras de gás incluem proteção de ambos os tipos. As máscaras de gás são usadas na construção para proteger contra vapores de solda, na demolição para proteger contra amianto ou outras partículas perigosas e na indústria química ao manusear materiais perigosos , como na reparação de vazamentos de equipamentos ou na limpeza de derramamentos; os trabalhadores geralmente recebem máscaras de gás como precaução contra vazamentos.
Durante manifestações e protestos em que o gás lacrimogêneo ou o gás CS é empregado pela polícia de choque, máscaras de gás são comumente usadas pela polícia e manifestantes. Além de servir a seus propósitos funcionais, as máscaras de gás também são usadas como emblemas na música industrial , com o exemplo mais notável, o subgênero de bateria e baixo chamado neurofunk . Esses emblemas são usados ​​pelos pichadores de pichações porque a máscara os protege dos vapores tóxicos do cartucho de tinta e pelos exploradores urbanos que se aventuram em ambientes onde materiais perigosos, como o amianto, podem estar presentes.
O estilo tradicional de máscara de gás com duas pequenas janelas circulares surgiu quando o único material adequado para essas janelas era de vidro ou acrílico ; como o vidro é notoriamente quebradiço, as janelas de vidro tinham que ser mantidas pequenas e grossas. Mais tarde, a descoberta do policarbonato permitiu máscaras de gás com uma grande janela de rosto inteiro. Alguns têm um ou dois filtros associados à máscara facial, enquanto outros têm uma grande filtro ligado à máscara facial com uma mangueira que é por vezes confundido com um suprimento de ar respirador em que um fornecimento alternativo de ar fresco é entregue.
A Primeira Guerra Mundial provocou a primeira necessidade de máscaras de gás produzidas em massa de ambos os lados por causa do uso extensivo de armas químicas . O exército alemão usou gás venenoso pela primeira vez contra as tropas aliadas na Segunda Batalha de Ypres , na Bélgica, em 22 de abril de 1915. Como resposta imediata, foi o algodão envolto em musselina emitida às tropas em 1º de maio. Isso foi seguido pelo respirador de véu preto , inventado por John Scott Haldane , que era uma almofada de algodão embebida em uma solução absorvente que era presa na boca usando véu de algodão preto. Procurando melhorar o respirador do Black Veil, Cluny MacPhersoncriou uma máscara feita de tecido absorvente químico e que se encaixava em toda a cabeça. Um capuz de lona de 50,5 cm × 48 cm (19,9 pol × 18,9 pol) tratado com produtos químicos absorvedores de cloro e equipado com uma ocular de mica transparente . Macpherson apresentou sua idéia ao Departamento Antibásico do Gabinete de Guerra Britânico em 10 de maio de 1915, com protótipos sendo desenvolvidos logo depois. O projeto foi adotado pelo exército britânico e introduzido como o Smoke Hood britânico em junho de 1915; Macpherson foi nomeado para o Comitê do Escritório de Guerra para Proteção contra Gases Venenosos. Mais compostos sorventes elaborados foram adicionados posteriormente a outras iterações de seu capacete (Capacete PH ), para derrotar outros gases venenosos respiratórios usados ​​como fosgênio , difosgênio e cloropicrina . No verão e no outono de 1915, Edward Harrison , Bertram Lambert e John Sadd desenvolveram o Large Box Respirator . Esta máscara de gás para vasilha tinha uma lata contendo os materiais absorventes por uma mangueira e começou a ser emitida em fevereiro de 1916. Uma versão compacta, o Small Box Respirator , tornou-se um problema universal a partir de agosto de 1916.
Nas primeiras máscaras de gás da Primeira Guerra Mundial, verificou-se inicialmente que o carvão de madeira era um bom absorvente de gases venenosos. Por volta de 1918, verificou-se que os carvões feitos com casca e sementes de várias frutas e nozes, como cocos , castanhas , castanhas-da-índia e pedras de pêssego , tiveram um desempenho muito melhor do que o carvão de madeira . Esses resíduos foram coletados do público em programas de reciclagem para ajudar no esforço de guerra.
A moderna máscara de gás foi desenvolvida em 1943 pelos britânicos . Era feito de plástico e material parecido com borracha que reduzia muito o peso e o volume, em comparação com as máscaras de gás da Primeira Guerra Mundial e encaixava o rosto do usuário de maneira mais confortável e confortável. A principal melhoria foi a substituição do cartucho do filtro separado conectado a uma mangueira por um cartucho parafusado na lateral da máscara de gás, que poderia ser facilmente substituída. Além disso, possuía lentes plásticas substituíveis, ajudando muito a visão.
O desenvolvimento de máscaras de gás refletiu o desenvolvimento de agentes químicos na guerra, preenchendo a necessidade de proteção contra ameaças cada vez mais mortais, armas biológicas e poeira radioativa na era nuclear. No entanto, onde agentes que causam danos por contato ou penetração na pele ocorrem, como blisters ou nervos , uma máscara de gás sozinha não é proteção suficiente e roupas de proteção completas devem ser usadas, além disso, para proteger do contato com a atmosfera . Por razões de defesa civil e proteção pessoal, os indivíduos costumam comprar máscaras de gás, acreditando que protegem contra os efeitos nocivos de um ataque com armas nucleares, biológicas ou químicas ( NBC) agentes; o que é apenas parcialmente verdadeiro, pois as máscaras de gás protegem apenas contra a absorção respiratória. Embora a maioria das máscaras de gás militares seja projetada para ser capaz de proteção contra todos os agentes da NBC, eles podem ter caixas de filtro à prova desses agentes (mais pesados) ou apenas contra agentes de controle de tumultos e fumaça (mais leves e frequentemente usados ​​para fins de treinamento); Da mesma forma, existem máscaras leves apenas para uso em agentes de controle de tumultos e não para situações da NBC.